A vida da mulher está mudando radicalmente, especialmente, nas últimas décadas. A mulher hoje não somente deseja, mas até mesmo se sente pressionada a deixar o cuidado interno do lar e aplicar-se a uma profissão. Por outro lado, a missão de mãe tem perdido importância, na família, sociedade, e até na igreja. Na verdade, até o sentimento materno (talvez o mais forte e admiravel entre os seres humanos), de tal modo tem desaparecido; que até para mulheres casadas que (idealmente) não carregarão sozinhas as responsabilidades relativas aos filhos; o aborto tem sido considerado uma opção legítima para evitar filhos.
Porém, damos graças a Deus, e louvamos aquelas mulheres que não têm desprezado o privilégio de sua vocação e missão materna. Sabemos que somente com muito trabalho, coragem e abnegação, é que a missão de mãe pode ser desempenhada. Agradecemos a Deus pelas mães que passam pelos nove meses de gestação para cada um de seus filhos, pelos outros meses de amamentação, e por toda uma vida de dedicação aos filhos. Ainda hoje, a despeito de maiores oportunidades, há mulheres que têm priorizado o cuidado do lar, e aberto mão de uma carreira pessoal de sucesso profissional. Outras mulheres, ainda que precisando trabalhar para complementar a renda familiar necessária, ainda conseguem cumprir a missão materna; que tem algumas peculiaridades, nas quais as mães são insubstituíveis, mesmo por maridos e pais cooperativos.
As mães que são exclusivamente donas de casa merecem todo respeito, incentivo e cooperação, da família, do estado e da igreja. Outras mães, que desempenham um outro trabalho, fora do lar; merecem também uma jornada diária compatível com sua posição no lar.